sexta-feira, 15 janeiro, 2010 - 8:41 am
o melhor emprego do mundo
terça-feira, 12 janeiro, 2010 - 1:13 pm
“cuitudinhu du jucurú”
a legenda da foto abaixo podia ser “tailandês patola jacaré”.
reparem o semblante de felicidade do moço.
tem gosto pra tudo…
(retirado do g1.)
quarta-feira, 16 dezembro, 2009 - 1:57 pm
árvore no piscinão!
sou mais desconfiado que mineiro quando vejo iniciativas de “marketing cultural” praticadas por empresas que prestam serviços de qualidade duvidosa.
preferia que as operadoras de cartões de crédito, distribuidoras de eletricidade ou empresas de telefonia móvel e fixa fossem menos extorsivas na cobrança de suas tarifas, juros e taxas, ou que oferecessem serviços com um mínimo de qualidade – que é o motivo e a razão de sua existência, em último caso – em vez de posarem de beneméritos mecenas, emprestando seus nomes horrendos a teatros e salas de espetáculos.
por último, tem essa árvore de natal da lagoa, patrocinada por uma companhia de seguros, que todo fim de ano transforma-se no pesadelo de quem transita pela zona sul. de carro, ônibus, bicileta, patinete ou a pé, qualquer forma de deslocamento torna-se um suplício, com impactos no tráfego de botafogo a copacabana, passando por jardim botânico, gávea, leblon e ipanema. e se de dia é ruim, de noite, quando ela se ilumina, é pior.
tudo isso apenas para dizer que concordo em gênero, número e grau com a crônica do joão ximenes braga publicada nesse sábado (12/12/2009) no caderno ela, do globo.
que sejam bacanas nas zonas norte e oeste, que são áreas realmente carentes de… bem… “cultura”.
terça-feira, 15 dezembro, 2009 - 10:36 am
family affair
outro dia, no meio de uma conversa, comecei a elogiar minha irmã.
- ela é sensacional. inteligentíssima, linda, e soube se reproduzir muito bem, porque minha sobrinha também é maravilhosa. se essa coisa de cara-metade existir, com certeza a minha será ela. aliás, ela é a minha melhor metade. – fiz, entretanto, a ressalva. – mas às vezes ela tem um geniozinho desgraçado.
diante da descrença da minha interlocutora – que a conhece, mas não tão bem quanto eu -, contestei.
- basta me imaginar num mau dia… com tpm!
sábado, 12 dezembro, 2009 - 10:30 pm
o riso e a vida
(…) afinal de contas, que fazemos aqui? As religiões inventaram as respostas para nos apaziguar; elas criaram infernos e demônios para nos ensinar a viver sabiamente em conjunto, limitando a caça pelo medo da polícia. As ciências nos desiludiram, por não trazer a explicação definitiva, que ainda e sempre esperamos. O ateísmo assegura-nos que não é nada disso – o que, provavelmente, é verdade, mas difícil de suportar. Então, alguns se evadem sonhando com futuros ilusórios que jamais verão. Outros passam o tempo guerreando. Outros ainda se suicidam dizendo que, se soubessem, não teriam vindo. A maioria, que não tem coragem de abrir caminho, depois de ter sido empurrada durante a existência, prolonga sua velhice esperando ser empurrada para o nada. Muitos, enfim, diante dessa enorme “cânula cósmica”, como a chama Alvin Toffler, preferem rir.
O riso (…) não seria, de fato, a resposta apropriada? Se verdadeiramente nada tem sentido, o escárnio não seria a única atitude “razoável”? O riso não é o único meio de nos fazer suportar a existência, a partir do momento em que nenhuma explicação parece convincente? O humor não é o valor supremo que permite aceitar sem compreender, agir sem desconfiar, assumir tudo sem levar nada a sério?
georges minois, in história do riso e do escárnio
segunda-feira, 30 novembro, 2009 - 2:04 pm
miolo de bronze
tudo bem que o protesto começou no sul, mas foi em são paulo que ganhou as manchetes da grande mídia. diante dos fatos, fica difícil ter boa vontade com a estranha cidade ao sul do brasil.

e como diria nelson, o rodrigues, é com divertido horror que vejo compararem impunemente a proibição do bronzeamento com a repressão de uma ditadura. dá vontade de sapecar nesse pessoal uma surra de vara de marmelo ou trancafiá-los no supletivo mais próximo.
rapaz! tem cobrança de inativos, apagão, essa sem-vergonhice toda nas casas do congresso, queda de rodoanel, mas o povo lá só grita a favor do bronzeamento.
o pior é que o troço já foi cientificamente declarado nocivo à saúde. na boa, têm mais é que sofrerem horas de engarrafamento para ir à praia.
(ou talvez não seja uma má idéia deixá-los fritar…)
terça-feira, 17 novembro, 2009 - 10:27 am
cultura inútil
a primeira coisa que faço ao ligar o computador no trabalho – depois de passar alguns segundos suspirando pela vênus do botticelli que ilustra a tela na minha área de trabalho – é dar uma olhadinha no sáite learn something everyday.
todo dia leio uma informação que não vai mudar absolutamente nada na minha vida. mas é sempre divertido. e adoro a programação visual, as cores, a síntese entre ilustração e texto…
é a minha receita para começar bem o dia.

ps: nove em cada dez imeios espertinhos contendo listas de curiosidades bizarras copia o sáite descaradamente.
terça-feira, 17 novembro, 2009 - 9:00 am
curtinha
deu no diário de são paulo:
menino curado de epilepsia vive hoje apenas com meio cérebro.
grande coisa. eu conheço um monte de gente que vive sem nenhum.
quinta-feira, 29 outubro, 2009 - 9:20 am
chup chups
uma colega do trabalho conta, enlevada, que a filha de poucos meses havia aprendido a beber suco de canudinho.
como profundo conhecedor de fisiologia humana e do desenvolvimento psicomotor dos bebês, arrisco uma opinião:
- mas o reflexo de sucção é o primeiro que o bebê desenvolve.
imbuída dos segredos da maternidade, minha amiga responde, compreensiva.
- sim, mas sugar um canudinho é muito diferente de sugar um seio.
- disso não tenho dúvida, porque senão eu andaria o dia inteiro com um canudo na boca.
definitivamente, sutileza não é palavra que se encontre no meu dicionário.


